Nero e Soufiane El Jouhari — Poesia e alaúde

Canal: Nero

Duração: 2:53 · Publicado a 16 de julho de 2025 · 437 visualizações · Categoria: Entretenimento

Nero e Soufiane El Jouhari — Poesia e alaúde

Descrição

Participação do poeta português Nero no Festival MED, a 28 de junho de 2025, ao lado de poetas nacionais e internacionais que integraram o coletivo "Poesias do Mundo" [excerto em vídeo da declamação do poema "7ª ablução"]. Em colaboração com o músico marroquino Soufiane El Jouhari, no alaúde, recitação de poemas do seu novo livro "Akbar — Lunário Poético duma Alma ainda Árabe", pela sua alma e voz. Pseudónimo de Roberto Simões, Nero nasceu no Algarve, no sul de Portugal, a 22 de Setembro de 1987. Estudou Linguas, Literaturas e Culturas na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e profissionalizou-se em ensino pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É poeta e professor de Português e de Literatura Portuguesa. O seu espírito criativo revelou-se cedo, escrevendo histórias desde criança. Aos quinze anos, entregou-se a uma só história, na qual ousou o cruzamento da alta fantasia moderna com os moldes clássicos da poesia épica. Por dezoito anos, escreveu-a, reescreveu-a e reescreveu-se, até que se lhe rendeu, publicando-a em 2021: "Oceano - O Reino das Águas". Em 2023, publicou "Telúria", um poemário enraizado em memórias e referencias autobiográficas que, simulando o seu percurso de vida, viaja do esplendor bucólico ao sepulcro citadino, acabando por regressar ao âmago da natureza como via inevitável para o apaziguamento cósmico e para a transcendencia. Propõe a deambulação poética como ritual ascético. Em 2025, publica "Akbar - Lunário Poético duma Alma ainda Árabe". Espécie de almanaque espiritual, viaja às origens e à expansão da fé islâmica, numa toada simbólica e mística, em quarto crescente; celebra, com fervor popular, a expansão árabe pela Ibéria, em plenilúnio; recupera o tom épico, recriando episódios históricos da queda, em quarto minguante; propõe, em quiasmo, o diálogo e o silêncio como instrumentos essenciais ao perdão, ao convívio e à tolerância, de que se farão as luas novas de qualquer idade, ao mesmo t

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