DOM AFONSO VI | Ele não nasceu para ser REI (Parte 1)
Canal: Cavaleiro do Tempo
Duração: 13:32 · Publicado a 7 de setembro de 2024 · 7927 visualizações · Categoria: História

Descrição
PARTE 2: https://youtu.be/t0j1LMUwmSQ Afonso era o segundo filho varão do Rei D. João IV. Quando ainda era muito novo, o futuro Afonso VI sofreu uma grave doença que o deixou com graves problemas motores no lado direito do corpo e, provavelmente, uma deficiência intelectual. Afonso não está preparado para ser rei, porém quando o irmão mais velho, o Príncipe Teodósio, parte para sempre, no ano de 1653, ele torna-se o príncipe herdeiro. Cai nos ombros do menino todo o peso e responsabilidade de assumir, um dia mais tarde, o trono de Portugal. O irmão mais novo de Afonso, segundo na linha de sucessão, é o Infante D. Pedro. Ele é mais capaz, mais inteligente e mais carismático do que Afonso. Muitos nobres parecem preferir D. Pedro como o seu rei. No entanto, apesar de Afonso ser facilmente influenciável e de não hesitar em rodear-se de amizades pouco recomendáveis, a rainha mãe , D. Luísa de Gusmão não parece querer tirar-lhe o poder das mãos. Ela fica vários anos como Regente do reino, talvez com o intuito de tentar preparar Afonso para a sua árdua missão. Estará este homem à altura do desafio? Este é o vídeo sobre a primeira parte da vida de Afonso VI, um dos reis mais infelizes de toda a História de Portugal. (1643-1666) __________________________________________ Ficha Técnica: Pesquisa e Roteiro - André Coutinho Edição e Locução - André Coutinho contacto do canal - cavaleirodotempoac3@gmail.com Nota: As imagens geradas por IA não são historicamente corretas a 100%. Pretende-se com o seu uso dar maior ambiência e profundidade dramática à História; Imagens: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Igreja_Paroquial_de_S%C3%A3o_Bartolomeu_do_Beato.jpg Vídeos: Excertos de Man in the Iron Mask (1998), de Randall Wallace e The Libertine (2004) de Laurence Dunmore; Músicas: Bach Cello Suite No. 1, G Major, Prelude; Os Bravos de Lisboa, compilação própria com recurso a IA; Referências: Pinto, R. F. (2012). Intimidade, transgressão e privança na dinâmica dos «afetos» d